O que um site precisa ter pra trabalhar por você
Ser achado no Google, abrir rápido no celular e não virar dor de cabeça depois. A régua que a gente aplicou primeiro no nosso próprio site, e o que ela muda no seu.
Quando alguém pensa em contratar uma empresa júnior, a primeira pergunta costuma ser: "o que vocês já fizeram?". A gente tá começando, então o primeiro projeto foi o nosso próprio site. E ele serviu pra aplicar em casa a régua que a gente leva pra qualquer projeto de cliente.
Porque site bonito não paga conta. O que resolve é site que traz gente, aguenta o dia a dia e não vira dor de cabeça três meses depois. É isso que a gente persegue, e aqui vai o que significa na prática.
Ser achado por quem procura você
Não adianta ter site se ele não aparece quando alguém pesquisa o seu serviço na sua cidade. O buscador precisa entender quem você é, o que você faz e onde você está, e isso depende de coisas invisíveis pra quem visita: endereço próprio, cada página com título e descrição pensados, e o conteúdo organizado de um jeito que o Google consiga ler.
Ninguém pode prometer primeiro lugar no Google, e quem promete tá vendendo ilusão. O que dá pra garantir é o seu site entrar na disputa, em vez de ficar de fora dela por causa de detalhe técnico.
Abrir rápido, principalmente no celular
A maior parte das visitas chega pelo celular, muitas vezes com internet ruim. Página pesada perde a pessoa antes mesmo de aparecer. Por isso a gente evita encher o site de recurso que ninguém pediu: quanto menos peça, mais rápido carrega e menos coisa tem pra quebrar depois.
E a gente testa em tela pequena de verdade, não só no computador de quem desenvolveu. Layout quebrado no celular é o tipo de problema que o dono do site costuma descobrir pela boca de um cliente, quando o estrago já foi feito.
Passar confiança nos primeiros segundos
Quem entra no seu site decide rápido se confia ou não. Cadeado de segurança no navegador, informação atualizada, endereço e contato que funcionam de verdade, e nada de pop-up perseguindo o visitante. Parece básico, e é justamente por isso que chama atenção quando falta.
Antes de publicar qualquer coisa, a gente revisa o projeto inteiro: segurança, privacidade e o que está escrito no ar. Achar problema antes do seu cliente ver faz parte do trabalho. Achar depois já é prejuízo.
Não te deixar refém, nem exposto
Duas dores clássicas de quem já teve site: depender de alguém pra trocar uma frase e, um dia, descobrir que o site guardava dados que ninguém sabia explicar pra que serviam.
Sobre a primeira: o que a gente desenvolve passa a ser seu, com escopo e prazo combinados por escrito antes de começar, do jeito que está nos nossos Termos de Uso. Sobre a segunda: a gente coleta só o dado que o seu negócio realmente usa. Formulário com dez campos "porque um dia pode servir" afasta cliente e ainda aumenta o seu risco. Menos dado guardado é menos coisa pra proteger e menos exposição com a LGPD.
Por que a gente começou pela própria casa
É fácil prometer processo e cuidado num site institucional. Difícil é mostrar. Como a Nexus Jr. tá começando, o nosso site é a primeira prova do jeito que a gente trabalha, e ele foi feito com o mesmo padrão que vai pra quem contratar.
Somos estudantes de Sistemas de Informação da FAFRAM, e levamos prazo, escopo e revisão a sério: é a nossa reputação que está em jogo desde o primeiro projeto.
E o seu site, como é que tá?
Se você tem site e não sabe dizer se ele aparece no Google, se abre rápido no celular ou se anda guardando dado de cliente à toa, a gente dá uma olhada e te conta em bom português o que dá pra melhorar, sem compromisso. E se você ainda não tem site, melhor ainda: dá pra nascer certo.
Chama a gente no Instagram, @nexusjrfafram, ou fala com a diretoria da Nexus Jr. na FAFRAM.